Por: Juliana | 06/12/2017

De 01 à 06 de dezembro aconteceu em Criciúma – SC a 13º edição dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina – Parajasc 2017. Participaram das disputas 1.700 atletas de 52 municípios, nas modalidades de atletismo, basquetebol, basquetebol em cadeira de rodas, bocha, bocha paralímpica, ciclismo, futsal, golbol, handebol em cadeira de rodas, natação, tênis de mesa e xadrez, nos segmentos de deficiência física, auditiva, intelectual e visual.

A delegação de Chapecó conquistou a 2ª colocação geral dos jogos. Outros títulos já foram conquistados pelo Município: desde que sediou a primeira edição, em 2005, foram conquistados sete títulos, sendo seis seguidos (2005 a 2010) e mais um em 2014. Para avaliar o desempenho nos jogos, conversamos com o Secretário de Juventude, Esporte e Lazer de Chapecó, Itamar Agnoletto, que fez uma avaliação do desempenho da cidade no JASC.

O que representa esse segundo lugar para Chapecó?

Representa a retomada de um trabalho realizado durante todo o ano através das modalidades e, sobretudo o papel desempenhado pelos profissionais junto aos atletas do paradesporto. Todo investimento realizado em material esportivo e uniformes contribuiu para o desempenho dos atletas, desde a apresentação deles, mostrando as cores da cidade até a superação dos atletas no Parajasc 2017.

De fato, Chapecó, retoma a participação, estar no podium, ser competitivo, fazendo frente as demais cidades de forma competitiva. Esse segundo lugar representa, que o trabalho realizado durante o ano foi de forma certa e correta, desde a atenção disponibilizada aos atletas, aos equipamentos oferecidos para os técnicos e dirigentes poderem realizar seus trabalhos e treinamentos.

O Parajasc começou em Chapecó. Como podemos avaliar os investimentos realizados nas modalidades paradesportivas?

Avaliação positiva dentro daquilo que foi permitido ao departamento e das condições que tivemos para desenvolver o trabalho no paradesporto chapecoense. Os profissionais tiveram as condições, um veículo para transporte para desempenhar os treinamentos e também para ir em busca de atletas. Além disso, para buscar os espaços de treinamentos, já que dependem de vários praças esportivas para as modalidades.

Outro ponto que merece destaque é o material oferecido. Por exemplo, na Bocha para Deficientes Intelectuais, que necessita uma bocha especial, diferenciada e oficial. Também o material esportivo, uniformes para apresentação no Parajasc nas disputas e o empenho do departamento, técnicos e dirigentes que desempenharam suas funções durante o ano.

Fica a avaliação de que poderíamos ter ido até melhor na classificação dentro do Parajasc, mas a superação e empenho dos municípios concorrentes também é grande. Nós nos superamos, alcançamos o segundo lugar, mesmo com todas as dificuldades encontradas, sempre buscando melhorar e buscar alternativas para nossos problemas. Aos poucos vamos retomando a hegemonia no paradesporto chapecoense.

Classificação geral final:

1º Joinville: 42 pontos

2º Chapecó: 19 pontos

3º Itajaí: 16 pontos

4º Criciúma: 13 pontos

5º Brusque: 8 pontos

Florianópolis: 8 pontos

7º Blumenau: 6 pontos

8º Timbo: 5 pontos

9º Jaraguá do Sul: 3 pontos

São Miguel do Oeste: 3 pontos

11º Lages: 3 pontos

12º Concórdia: 2 pontos

Seguimento Deficiência Visual

1º – Joinville

2º – Florianópolis

3º – Itajaí

Seguimento Deficiência Auditiva

1º – Chapecó

2º – Joinville

3º – Timbó

Seguimento Deficiência Física

1º – Criciúma

2º – Joinville

3º – Itajaí

Seguimento Deficiência Intelectual

1º – Joinville

2º – Brusque

3º – Itajaí