Por: Carlos Lazzari | 22/11/2017

Aluna Mariana Bussula  ganhou o segundo lugar na feira de ciências estadual do instituto Estadual de Educação de Florianópolis, ela foi premiada pelo excelente trabalho com  um Tablet.

Atualmente tem se falado bastante sobre dengue, porém o que muitas pessoas não sabem, é que muitas informações que são ditas popularmente, podem se tratar de apenas mitos. Agora, alguns mitos e verdades sobre o Aedes aegypti, dengue, zika vírus e chikungunya.

  • O vírus da Zika pode gerar a síndrome de Guillain-Barré. VERDADE

  • Quem já teve dengue, está imunizado totalmente. MITO

  • Espremer a região picada, faz com que se espalhe os bactérias do mosquito no corpo. VERDADE

  • Tomar vitamina B12 ou composto B, impede o mosquito de picar pelo odor liberado. MITO

  • Repelentes são eficazes na prevenção do mosquito VERDADE

  • Colocar borra de café em vasos de plantas ou nas bordas de possíveis focos, mata possíveis focos. MITO

  • Ar condicionado e ventiladores, podem ajudar a afugentar os mosquitos, já que, os mesmos não gostam de baixas temperaturas nem da força do vento do ventilador. VERDADE

  • O mosquito pica no máximo três pessoas por dia . MITO

  • Pode-se contrair a dengue uma mesma pessoa até 4 vezes, já que, existem quatro tipos do vírus da dengue (e a cada um que se contrai, fica-se imunizado). VERDADE

  • O mosquito pode picar apenas durante a noite. MITO

  • Desenvolvido por alunos do Instituto Estadual de Educação, a plataforma é uma ótima opção para se organizar no combate ao mosquito, pois, além de ter informações das doenças e do mosquito, conta também com uma ferramenta que pode programar para ser avisado de conferir algum foco da dengue, podendo escolher um dia na semana para ver todos os focos, ou escolhendo ver um foco por dia da semana.

Os casos do mosquito Aedes aegypti confirmados em Santa Catarina, em 2017 chegou a um total de 337 casos (controle feito de Janeiro a Agosto).

Em 2015 o número de casos confirmados de dengue em toda Santa Catarina foi 3.605 casos. Já em Florianópolis, durante o ano inteiro foram registrados 258 casos confirmados da doença.

Já em 2016, ocorreu um aumento dos casos no estado, o ano terminou com 4.376 casos confirmados em todo o estado, ocorrendo uma epidemia em 41 municípios de Santa Catarina. Na capital Florianópolis, foram registrados 328 casos durante o ano. O município com maior índice de casos foi Pinhalzinho com 2.453 casos até o final do ano.